Domingo, 22 de Abril de 2007

não pediria tanto, mas...

" O INTERREGNO PARA A EXCELÊNCIA"


 


Está na hora de os MILITARES reverem indigências.

Força militares! VIVA A QUARTA REPÚBLICA!

Em suma, dar a Portugal um projecto de NAÇÃO!
 



O sistema político tem vindo a degradar-se de legislatura em legislatura, por incompetência e negligência, bem como em termos de ética, moral e pudor.
Portugal vive hoje deprimido, inculto e sem auto-estima. Os políticos não souberam canalizar fundos estruturais na perspectiva do saber técnico e científico, e no desenvolvimento de uma eutrófica cultura empresarial. Hoje somos os mais pobres da Europa e olhados pelos europeus com desprezo. Todas as sociedades tiveram como base uma economia agrária; mas hoje importamos quase tudo o que comemos. Perante a avidez de grupos económicos, os políticos criam na opinião pública a ideia de que o Estado não tem capacidade para gerir empresas estratégicas. Ora se um governo não tem capacidade de gerir meia dúzia de empresas, como é que há-de ter capacidade para gerir o País? Será que amanhã num conflito com a Espanha teremos que comprar o combustível para os nossos tanques à Repsol?! Entrou-se numa escalada de privatizações e ganância que atinge os sectores mais caros e simbólicos da Democracia Ocidental, ou seja, Saúde e Segurança Social, como se aquela fosse panaceia para resolução da sua própria falência. No entanto, esta falência é o grande indicador de que este tipo de democracia está esgotado e ultrapassado, mesmo em países como França e Alemanha, tornando-se mais visível em Portugal por sermos um país menos desenvolvido, e periférico.
Deturpou-se outro tema caro à democracia: a liberdade. Sendo esta confundida com impunidade, perdendo-se a noção de valores como os da responsabilidade e da responsabilização e caiu-se num laxismo preocupante. Hoje o cidadão nem sequer tem um sistema judicial a quem possa apelar. É ainda na base desta deturpação da liberdade que certos recursos do planeta são exauridos e se conspurca e degrada o meio ambiente, sempre em nome da criação de mais riqueza.
Alguns pressupostos da implosão soviética têm paralelo com a crise da democracia ocidental, e a imposição desta liberdade, como, por exemplo, no caso da invasão do Iraque, constitui uma viragem histórica grave que pode ser em tudo semelhante à da queda do Império Romano do Ocidente, ou seja, o fim de uma era e de uma civilização, por emergência do medo e concomitante decadência dos seus paradigmas essenciais. A crise portuguesa não é só económica, mas, antes de tudo, uma crise do saber e da cultura, reflectindo também esta enfermidade do mundo ocidental.
Está na hora de os MILITARES reverem indigências, tendo a coragem de fazer nomear um governo de excelência, que seja, para todos os cidadãos, exemplo de rigor, dignidade e ética. Este interregno para a excelência teria como meta reconciliar a nossa economia com a Agricultura, a Floresta e o Mar, sectores que se encontram degradados, não valendo a pena andarmos a esmolar investimento estrangeiro de tecnologia intermédia, como frigoríficos ou rádios, quando a China os fará sempre mais baratos que nós.
Seria assumida uma nova filosofia de gestão agrária e florestal baseada apenas em critérios técnico-científicos que levassem a uma máxima potenciação da terra e da floresta, definindo-se áreas mínimas agrárias de subsistência, bem como áreas máximas de propriedade privada. A agricultura seria preferentemente de base biológica, o que traria incomensuráveis benefícios para o meio-ambiente, dando-lhe forte pendor para a exportação.
Quanto mais cidadãos trabalhassem nestes três sectores, maior seria a nossa estabilidade, tornando-nos menos vulneráveis às oscilações e crises dos processos de globalização da Economia. Humanizaria ainda o interior do País e diminuiria as tensões sociais e criminalidade nos grandes centros urbanos. O governo teria ainda como prioritárias as seguintes funções:
1º-Descontaminação de águas interiores e marítimas; criação de paisagem urbana planeada em termos de arte e humanismo.
2º-Preservação da paisagem rural ainda intacta, como santuário vivo da fauna e flora mediterrânicas. O atraso transformar-se-ia em riqueza com a implementação de novas formas de turismo e aproveitamento de recursos naturais e tradicionais daí emergentes.
3º-Reforma da administração pública, admitindo funcionários com base técnica e cultural sólida e condignamente pagos.
4º-Investir sem hesitação no ensino técnico e científico, e menos em cursos de menor interesse. Exigir aos professores catedráticos não só um ensino de qualidade mas também investigação criadora que traga ao aluno uma nova plasticidade mental e empresarial.
5º-Tornar Portugal cada vez menos dependente dos combustíveis fósseis, com estímulo de investimento estrangeiro para construção de hidroeléctricas de grande e pequena dimensão, parques eólicos e solares. Ainda neste âmbito, criar um Instituto de excelência automóvel, aproveitando o know-how existente, para o surgimento de uma marca nacional de veículos de tracção eléctrica, ou tornando realidade motores movidos a hidrogénio. Desta forma, libertar-nos-íamos do peso da factura da importação de petróleo com a consequente melhoria da nossa balança de pagamentos, melhor competitividade e melhor saúde pública.
6º-Incentivar e premiar quem trabalha e, acima de tudo, quem investe.
7º-Agravar a carga fiscal a empresas estrangeiras que apenas se servem do nosso território como filial de venda dos seus produtos.
8º-Investir na medicina preventiva e criar um imposto, que reverteria a favor de gastos nacionais com a Saúde. Tal imposto incidiria sobre tabaco, álcool, junk-food, bem como sobre todas as infracções graves ao Código da Estrada.
9º-Valorizar a família como factor de equilíbrio da Sociedade, criando uma consciência nacional de ética, desenvolvendo orgulho e auto-estima.

10º-reduzir o deficit público não à custa de quem trabalha para o Estado, mas com investimentos produtivos em vez de investimentos megalómanos como o da Ota e do TGV que só trarão riqueza a especuladores imobiliários.
11-º Em suma, dar a Portugal um projecto de NAÇÃO!

Neste período de interregno, a classe política teria tempo para meditar sobre o regime, e exigiria a si própria os mesmos critérios de rigor e disciplina que devem ser o estame de toda a actividade social. Para o efeito, surgiria um Instituto Superior de Política onde todo o cidadão que se quisesse dedicar à causa pública deveria complementar o seu conhecimento em planos transdisciplinares e pluridisciplinares, dado que política não se confina a jogar dados políticos, mas a compreender e a assumir, numa perspectiva altamente dignificante e humanizada, o melhor, ou seja, a excelência em todas as áreas do conhecimento, contemplando-se e respeitando-se tanto a biologia como a espiritualidade humana.

Forças militares! VIVA A QUARTA REPÚBLICA!

Francisco de Miranda

Independência em perigo editou às 19:49
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1 comentário:
De Pedro Palmeira a 27 de Junho de 2007 às 14:16
É óbvio que Portugal não fará parte de Espanha. Nós PORTUGUESES nunca iremos deixar isso acontecer. Aliás, todos bem sabemos que Espanha está mais próxima da desintegração do que da união Ibérica. Trabalho e bola para a frente! Portugal sempre!
Cumprimentos.

P.S.: verifico que Olivença consta do mapa que utilizou... e muito bem!

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