Sábado, 22 de Julho de 2006

A reforma da segurança social

Reino do faz de conta!
E agora não há solução?

A reforma da segurança social está na ordem do dia.
Já todos nos apercebemos de que o futuro não vai ser nada favorável e por isso tanta discussão, tanto descontentamento, tanta preocupação com confirmações e desmentidos.
A mim, me parece que é preciso, tanto como cuidar da reformulação da formula de calculo,  tomar medidas que façam por um lado entrar mais "receitas", quer aumentando o número de "contribuintes" quer o volume da "contribuição". Por outro é preciso parar o esvaziamento, por efeito da enxurrada que se criou.  Me parece que ainda temos muito contribuinte a descontar com base no salário mínimo, na expectativa de poder corrigir a sua contribuição quando o clima for mais favorável. E neste contexto, os mais preocupados são aqueles que ainda não iniciaram a sua carreira "contributiva", pois receiam que quando chegar a sua vez não haja sequer segurança social. Mas creio que muito mais se pode fazer para evitar o "esvaziamento", tão acelerado dos "fundos" que ainda existem.
Se nos lembrar-mos que muito do desequilibro, advém do facto de se ter insistido em dar reformas antecipadas; quer com o fim de ajudar o sector; "privado", a livrar-se de funcionários, quer no sector "publico", para pagar "favores", facilmente se percebe como foi possível.
 Se duvidas houver quanto ao efeito  catastrófico desta política, basta consultar a lista de reformas, "(antecipadas ou não)", atribuídas nos últimos cinco anos a; "políticos", "juizes", "directores" de empresas, "militares", "jornalistas", "médicos", "professores", e tudo o que é "altas individualidades", com valor superior a 4000 Euros, para se perceber que este país, continua a ser o "reino do faz de conta". Com a agravante de, a maioria, nem sequer ter contribuído o suficiente para merecer uma qualquer "pensãozita". Quanto mais reformas de "luxo".  E agora não há solução? Claro que há desde que haja vontade e pressão suficiente para que se mude alguma coisa. Já repararam que as reformas que citei, não tiveram sempre a fundamenta-las, uma carreira contributiva justa para o país que somos?   E se fosse congelado o aumento destas reformas de "luxo", até que o titular completasse um prazo de contribuição necessário, para obter algum equilíbrio financeiro?  E se aqueles que não contribuíram, "(por terem recebido)"  anos de desconto, tivessem agora que fazer os descontos, para manter o direito às suas "reformas". E se pura e simplesmente se fixa-se um patamar máximo nas reformas de "luxo", de modo a combater rápida e eficazmente, a mais que provável "banca rota" da segurança social?
  
 
E. Ferreira  Porto
Independência em perigo editou às 08:42
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Domingo, 16 de Julho de 2006

Os portugueses, esses, continuarão fiéis a Portugal.

Primeiro Ministro, roçando a traição
Mais uma vez veio ao-de-cima a polémica
sobre a construção do TGV e do aeroporto da Ota.

O Presidente da República, avisou e disse que o tema deve ser debatido, porque o investimento é demasiado alto, demasiado grande e pode ter demasiadas consequências, para que se tome a decisão de investir milhares de milhões em obras que não vão ter retorno. Sócrates, em jeito de resposta, e com a sua já tradicional sobranceria, avisou que não havia nada a discutir.

As palavras do primeiro ministro, roçando a traição, serviram também para confirmar a visão provinciana que José Sócrates tem de Portugal, como província da Ibéria, ou melhor dizendo, para chamar os bois pelos nomes, da Espanha.

Qualquer imbecil, entende que numa rede de caminho de ferro de alta velocidade, a viabilidade está limitada pela possibilidade de concorrência entre o avião e o combóio. É evidente que mesmo a 300Km/h, um combóio demora três vezes mais que um avião para se deslocar de Lisboa a Paris.

Além disso, para cumprir com os desígnios imperiais da Espanha, qualquer TGV português terá ainda por cima que se desviar centenas de Quilómetros, na direcção da capital imperial (Madrid) para poder depois seguir o seu destino em direcção a Paris.

O TGV português entre Lisboa e Madrid, é um investimento inútil, patético, que lembra a construção da auto-estrada Lisboa-Madrid que ainda hoje está às moscas e que foi inaugurada e construída antes de se construir a auto-estrada para o Algarve. A ligação à capital imperial em Madrid, parece que está acima da ligação entre Lisboa e Faro.

É o mesmo tipo de gente, que construiu uma auto-estrada entre Lisboa e a fronteira, com destino a Madrid, esquecendo quem trabalha e as empresas portuguesas que precisam de uma estrada para a Europa, como é o IP-5 ou o IP-4, as quais foram sacrificadas em nome do iberismo criminoso de politicos de vistas curtas residentes em Lisboa e rendidos e deslumbrados com las luces madrilenas, de onde ainda esperam que venham subsídios ou empregos em empresas espanholas como as Iberdrolas da vida.

Já cometemos no caso das auto-estradas o erro de construir na direcção de Madrid, quando os portugueses não querem ir para Madrid e continuam a não passar por Madrid para ir e vir da Europa.  Os nossos imigrantes continuaram a utilizar as estradas que ligam ao IP-4 e ao IP-5 e nunca passaram por Madrid.

Porque razão nos querem obrigar a passar por Madrid à força ?

A construção do Aeroporto de Lisboa na Ota, estará tão longe da cidade propriamente dita, que ficará mais simples ir de Lisboa a Madrid de TGV do que de avião.

Se o aeroporto fosse construído em Rio Frio, a maior proximidade de Lisboa, inevitavelmente vai fazer com que Lisboa-Madrid de combóio seja mais lento que Lisboa-Madrid de avião. Além disto, a linha Madrid-Lisboa só é economicamente viável se os espanhóis garantirem que chega a Lisboa, porque se o TGV espanhol parar em Badajoz, será um fracasso comercial de todo o tamanho, porque não há trafego na paupérrima Extremadura espanhola, sustentada com o dinheiro dos subsídios das autonomias ricas do norte para justificar o TGV.

Os espanhóis defendem os interesses deles, e para o fazer pressionam o governo português, com os seus tradicionais protestos de amizade eterna e boa vizinhança, que a Espanha nunca cumpriu e sempre traiu e violou de forma absolutamente vergonhosa.   A Espanha não cumpre tratados. Não cumpre o Estado Espanhol, como não cumprem as empresas espanholas. É uma característica castelhana que ficou de séculos e séculos.

O Zé portuguesito - como o iletrado Mario Lino, que sob o efeito de um pifo monumental que apanhou na Galiza até afirmou que Portugal e Espanha partilham uma língua comum - fica todo derretido quando o espanhol, adulador, fingido, vil manipulador e mentiroso lhe faz rasgados elogios.

Mario Lino e Sócrates, não passam de patetas rendidos aos bons modos e às boas maneiras dissimuladas da diplomacia espanhola, que é fonte de todos os salamaleques enquanto precisa do sim português, mas que como mostra a História, mesmo já depois da adesão à União Europeia, viola acordos, não cumpre as regaras e age de forma traiçoeira quando Portugal deixa de ser necessário.

Será que os herdeiros daqueles que acreditaram no passado que com o tempo Portugal havia de se integrar no império castelhano, que hoje conhecemos como Espanha, continuam a achar que com o tempo, os portugueses se vão habituar a ser parte desse império construído em cima do sangue, do ódio e da xenofobia mais criminosa e pútrida de que há memória na Europa?

De Espanha, nem bom vento nem bom casamento. De Castela, só virá ódio, morte e engano.  Quem nos quer ligar ao país que mais fez para nos tentar destruir primeiro como nação e depois para destruir a nossa imagem como país independente, está a decidir de que lado da barricada está.

Os portugueses, esses, continuarão fiéis a Portugal.

de Brites de Almeida / Beja - Alentejo
Independência em perigo editou às 21:24
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