Sábado, 29 de Abril de 2006

Ministro português, declara-se Ibérista

Ministro, declara-se Ibérista


Artigo 308.º (CP)
 Traição à Pátria

Aquele que, por meio de usurpação ou abuso de funções de soberania:
a) Tentar separar da Mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira todo o território português ou parte dele;
ou
b) Ofender ou puser em perigo a independência do País; é punido com pena de prisão de 10 a 20 anos.
 
Pois bem, quem poderá então mover uma acção judicial contra o dito ministro e obrigá-lo a dizer em tribunal qual a sua ideia sobre o "Ibérico"? e obrigá-lo a respeitar o dito artigo?. Afinal, se à partida trai a Pátria, não poderá este ser alvo de um processo iniciado por uma organização nacional, apartidária, de fins patrióticos, culturais, históricos e beneficentes, sem interesses lucrativos? Creio que os políticos deverão ser responsabilizados pelos seus actos e, que as associações têm redobradas responsabilidades, até porque, se mantêm dentro da sociedade e, feitas de homens, são as mais atentas à acção do governo...


 Será um governo com ministros assim que vai trazer à mesa do relacionamento com a Espanha a questão de Olivença?
Todos os nacionalistas espanhóis são iberistas, todavia que eles não andem a proclamá-lo. Para os espanhóis, ser iberista significa: Um Portugal onde a língua castelhana impera e um Portugal não além duma comunidade autónoma espanhola.
Quando um ministro português afirma-se iberista confesso os espanhóis patriotas sorriem, qualquer que seja a coisa que o português sob o termo ' iberista ' esteja a proclamar.

Eis umas declarações dum ministro português para contentar os ouvidos dos seus colegas espanhóis.

LAS INFRAESTRUCTURAS DEL NOROESTE PENINSULAR

Un político portugués que se declara "iberista confeso"

Mario Lino defiende la historia y el futuro común de España y Portugal.


X. A. Taboada / SANTIAGO
Mientras España lleva meses sacudida por los debates sobre los estatutos de autonomía o si el Estado se desmembra y se "rompe" como nación, el ministro de Obras Públicas, Transportes y Comunicaciones de Portugal se confesó ayer en Santiago profundamente "iberista", convencido de que España y Portugal tienen por delante un futuro en común porque su historia es también común y su lengua, similar. Ante unas 150 personas, en su mayoría cargos directivos de la Caixa Geral de Depósitos y de su filial el Banco Simeón, Mario Lino impartió una conferencia obre "El papel de las infraestructuras en el desarrollo del Noroeste Peninsular" y el eje de su discurso fue resaltar la importancia de las relaciones que Portugal debe mantener con España para diseñar su red de infraestructuras.
"Soy iberista confeso. Tenemos una historia común, una lengua común y una lengua común. Hay unidad histórica y cultural e Iberia es una realidad que persigue tanto el Gobierno español como el portugués. Y si hay algo importante para estas relaciones son las infraestructuras de transporte", comentó el ministro, tres horas después de reunirse con Pérez Touriño y en un almuerzo-conferencia.
Mario Lino justificó la demora en definir los plazos del AVE entre Vigo-Oporto porque es "absolutamente necesario" asegurar que esta infraestructura "sea un éxito", por lo que se trabaja con el "máximo rigor". Pero no dio más detalles. Alguien del público le preguntó por los plazos y el ministro se puso a la defensiva: "Ésta es la pregunta de un periodista para ver si doy un plazo y me equivoco. La respuesta se sabrá a final de año, en la cumbre luso-española". Pero la cuestión no fue planteada por ningún periodista, sino por un directivo del Grupo Caixa Geral de Depósitos.
Otro cargo de la multinacional financiera portuguesa intentó poner en apuros al ministro al inquirirle por qué el AVE Vigo-Oporto no se llamaba Vigo-Braga si es un proyecto portugués y la mayor parte del trazado discurre por Portugal. Mario Lino dio vueltas a los argumentos, que si la línea principal era Lisboa-Oporto, que si se buscaba enlazar al mayor número de poblaciones... pero dejó sin contestar la pregunta.
Lino defendió la competencia entre todas las infraestructuras gallegas y las del norte de Portugal, pero advirtió de que se deben "concebir en conjunto para sacar mayores provechos" para ambos territorios. Acompañando a ministro estuvieron el delegado del Gobierno en Galicia, Manuel Ameijeiras, la conselleira de Política Territorial, María José Caride, o el presidente de la patronal gallega, Antonio Fontenla.

extraido do Jornal espanhol : Faro de Vigo

Independência em perigo editou às 09:35
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Domingo, 2 de Abril de 2006

Ainda a maternidade de Elvas...

MAU EXEMPLO NA SAÚDE
 

DIÁRIO DE NOTÍCIAS
cartas, 02-Abril-2006
 (Ainda a maternidade de Elvas)

 

 Nunca pensei concordar com o "leader" do PSD, já que estou longe da sua área política, mas, por uma vez, acho que ele tem razão. Não pode um Estado alijar responsabilidades de soberania a um nível tão elementar como o de nascimento de cidadãos NO SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO.

Um Estado que faz isto abdica do DIREITO de existir. Como se tal não bastasse, tudo isto foi feito contando com o vizinho espanhol, SEM OUVIR A OPINIÃO DESTE,...a julgar pelas reacções de espanto, e até de alguma indignação, dos médicos da Maternidade do Hospital de Badajoz.

Não brinquemos com coisas sérias. Não brinquemos com coisas sérias. É obrigação de qualquer estado, mesmo na União Europeia, cuidar minimamente dos seus cidadãos, que para isso pagam impostos. E, neste caso, as fronteiras contam.

Badajoz paga a Madrid, Elvas paga a Lisboa. É irresponsável fechar uma Maternidade com base em critérios meramente economicistas ( como, aliás, outros serviços), quando há, neste caso, e ainda por cima, proble mas que se prendem com o exercício da Soberania de Portugal enquanto ESTADO INDEPENDENTE. Em questões como esta se começam por definir atitudes. Não vejo nenhum outro Estado da UE ( e muito menos a Espanha) a "resolver" problemas de sustentação de um serviço fundamental "descartando-o" para o Estado vizinho.

Há limites para tudo. O Estado Português excedeu-os. Urge dizer que não é possível concordar com um tal grau de desresponsabilização. Com que autoridade vai Lisboa, depois de uma tão ilógica e ofensiva decisão, reclamar a recepção de impostos por parte dos elvenses ? Pela lógica "socrática", concentraremos meia dúzia de Serviços em meia dúzia de grandes centros, e "despovoaremos" o resto do País !

Carlos Luna
ESTREMOZ

 

Independência em perigo editou às 21:13
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